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A Evolução explica o Olho?

A Evolução explica o Olho?
Karl Ramírez
  • 9 de outubro de 2013
  • Ideologia:
  • Criacionista Terra Jovem
  • País:
  • Colombia

A imagem mostra uma sucessão de olhos de diferentes animais marinhos, sugerindo como o olho pode ter evoluído, mas com uma ressalva: Estes animais não são, de acordo com biólogos, linha evolutiva direta.

 

Assim, esta sucessão de olhos de animais realmente não explica nada, exceto a semelhança entre os diferentes sistemas visuais.

 

Deve-se ter presente que o olho é um órgão funcional dentro do sistema visual, ou seja, é útil ou utilizável em função do cérebro e do sistema nervoso.

 

Uma das premissas da evolução são as pequenas mudanças que são acumuladas ou filtradas de geração em geração. É verdade que estas pequenas alterações podem ocorrer entre uma geração e outra também acumular-se como vantagem no tempo.

 

De fato, é verdade que quando o pelo de um cão, por exemplo, muda de ouro ao marrom, lhe dá uma vantagem em camuflagem na floresta ou savana, e essa pequena mudança na cor da pelagem canina não significa mais que um pequeno erro ou alteração de um ou dois genes do indivíduo. Assim, por um simples erro na replicação do DNA, o seu filho poderia ter uma pequena mudança em sua pele, sua altura, densidade ou concentração de colágeno nas unhas, etc.

 

Porem os evolucionistas não mencionam que, no caso de órgãos complexos como o olho, as pequenas alterações devem ter paralelos nos sistemas que se complementam na mesma função.

 

Isto é, uma pequena mudança no olho, de modo que possa ser útil ou vantagem dentro do sistema que constitui o olho (sistema visual), deve também ter uma mudança complementar paralela que complemente e ajuste a sua “nova função” no sistema nervoso e no sistema nervoso central (cérebro). Isso por si só torna inútil qualquer alteração vantajosa no olho na frente da função visual que não é completa somente pelo olho.

 

Por conseguinte, é necessária a ocorrência de pelo menos três mudanças vantajosas complementares e coincidentes, de modo que uma alteração no olho possa ser útil ou resultar numa mudança na visão.

 

Para entender este conceito, seria o equivalente a que você para ser rico precisase ganhar inevitavelmente (o mesmo dia) o premio maximo de uma loteria de seis números nos EUA, o premio maximo numa loteria de seis números na Europa, e também o premio maximo de uma loteria de seis números na China (sendo generoso com o número de dígitos das três loterias).

 

Para que uma pequena mudança seja vantajosa no olho, devem aparecer AO MESMO tempo uma alteração no sistema nervoso e outro no sistema nervoso central que complemente, de modo que ela possa ser uma vantagem na “luta pela sobrevivência do mais forte”.

 

Portanto, não é tão simples como a mudança de cor na pelagem que não necessita de um complemento no sistema nervoso central, embora sim seja exigido pelo repertório comportamental (que também evolucionistas calam): um cachorro com a vantagem da camuflagem  tem que modificar suas técnicas de caça e sociedade para tirar proveito dessa mudança.

 

Agora, lamento ter que ser tão pessimista com os evolucionistas, mas é preciso esclarecer que sendo que a evolução é um processo não-guiado, então, no caso das três loterias que você deve ganhar ao mesmo tempo, devem de ser ganhas sem que você tenha a intenção ou a motivação para fazê-lo, ou seja: alguém deu-lhe um como presente surpresa de aniversário, outro foi comprado em seu nome por erro dedilhando seu número de identificação por um terceiro, e a outra simplesmente por coisas da vida, foi cair no bolso de sua jaqueta, e os três você ganhou no mesmo dia!

 

Mas de qualquer maneira … de volta para o tópico em questão, temos novamente o evolucionismo febril tentando explicar as diferentes funções dos sistemas irredutíveis, neste caso os <<sistemas irredutíveis do olho>>. Assim, vejamos as sequencias evolutivas do olho em diferentes estágios, de acordo com o esquema evolutivo da imagem:

 

 

a)      Região de células fotossensíveis: para que o indivíduo possa diferenciar entre dia e noite (claro e escuro).

 

De acordo com os evolucionistas, o primeiro órgão funcional antepassado do olho consistiu de um aglomerado na pele do indivíduo. Um indivíduo que diferenciar entre dia e noite, têm a vantagem de organizar os processos químicos que requerem luz (tal como a fotossíntese) no momento certo, também poderá evitar as queimaduras do sol após exposição longa, ou para procurar plantas ou recursos que estão disponíveis apenas durante o dia ou à noite.

 

Mas aqui os evolucionistas ficam nos devendo a explicação de como foi que apareceram três “mutações benéficas”, ao mesmo tempo, ex-nihilo, e modelaram um conjunto de células especializadas na recepção fotossensível.

 

Um sistema de condução de informação neurológica, um sistema de processamento de informação, outro de reação ou decisão frente a ela, e um conjunto de células especializadas na recepção fotossensível é, em suma, um sistema complexo e irredutível de quatro sistemas complexos.

 

E uma vez que cada um deles, por sua vez, é complexo por si só no que se refere a si próprio, não pode ser compreendido como apareceram, salvo se sugerem que para formar uma célula especializada em foto-recepção, na transmissão de dados em células por meio de impulsos elétricos, em receber informação, e na análise desta, apenas se precisa de um simples acidente gamético como aquele exigido para alterar a cor da pelagem.

 

 

b)     Área dobrada / deprimida para permitir limitada sensibilidade direcional.

 

Isso quebra a minha imaginação. Não é melhor uma sensibilidade de 180° a uma de aproximadamente 35° que faz com que o animal tenha que ficar balançando a cabeça para buscar corretamente a luz? Qual é a vantagem nisso?

 

Os evolucionistas argumentam que a vantagem aqui é que o animal ou indivíduo tem a capacidade de discernir a direção de onde vem a luz, que iria ajudá-lo a sair de uma caverna quando for de dia e chegue a hora de consumir os alimentos necessários, por exemplo.

 

Ok, peguei. Então temos uma vantagem que ajuda que o animal deixe a sua caverna ou esconderijo procurando a luz, ou fuja dela, por exemplo? Fugir da luz?

 

Eu entendo que estando na escuridão, se possa sentir a luz, mas …. como é percebida a escuridão em plena luz do dia? Desculpem animais, os advirto, uma vez tenham deixado sua caverna não poderão voltar para ela.

 

Isto significa que em vez de uma melhoria, temos outro problema para o novo indivíduo, uma vez que para os sistemas acima mencionados envolvidos no anterior “órgão visual simples ” (que é uma falácia, como vimos), se deve adicionar uma modificação etológica do indivíduo.

 

Por exemplo, anos atrás, em um filme, um sujeito que praticamente tinha sido cego toda a sua vida, por meio de tratamento médico recuperou a visão. Isso levou a danos psicológicos já que teve de reconstruir toda a maneira de perceber e reagir ao ambiente que agora estava diante dele de uma forma desconhecida: formas, distâncias e cores.

 

Além de saber para onde ir, você deve saber como se mover em coordenação com esta informação.

 

c)     “Olho de agulha” .O olho permite sensibilidade direcional preciso e imagem limitada.

 

Um olho com uma abertura estreita teria uma melhor percepção da direção da luz ou a escuridão, e ajudaria a obter imagens rudimentares.

 

Em suma, aqui temos o dogma de novo:

 

Eu, pessoalmente, não conheço nenhuma câmera que trabalhe sem lente, mas o dogma definido aqui, estabelece que é possível capturar imagens sem lente, ainda dirigíveis (ou seja, é como apontar uma arma sem vista). Lembre que as imagens são dirigidas, ou seja, com um alvo.

 

Isto é um completo insulto a óptica, já que a função da lente é concentrar a quantidade limitada de luz que entra através de um buraco minúsculo, se é que você quer capturar uma imagem mais de três vezes a largura da abertura, de distância.

 

 

 

As diferenças entre os diferentes olhos animais (cefalópodes, vertebrados, etc) obrigam a os biólogos a mostrar evoluções convergentes, como as dos diferentes animais da imagem, o que desestabiliza a sequencia do processo de criação do olho.

 

Como apontado por muitos biólogos: << Não é possível excluir nenhum componente do olho, porque ele perde a função>>.

 

Claro que os céticos argumentam que se poderiam eliminar muitos dos 500 componentes do olho do Octopus até chegar a os 30 componentes do olho do Stylana anelídeo, mas o polvo só iria ver a luz e isso o levaria à sua extinção, sem possibilidade de deixar descendentes.

 

A visão dos olhos sem lente, respondia às necessidades biológicas específicas. Cada animal tem o corpo que precisa, e sua mudança na maioria dos casos levaria à extinção ou a desestabilização de todo o ecossistema … causando a extinção de seus vizinhos.

 

Um exemplo da extraordinária complexidade dos olhos se encontra nos trilobitas que possuíam um olho composto (holocroal) consistente em lentes de calcita hexagonais adjacentes em número de entre 100 e 15.000.

 

Na verdade, a descoberta de fósseis de trilobitas fósseis e olhos fosseis de artrópodes entre os animais do Cambriano, com olhos complexos totalmente funcionais de 515 milhões anos, desestabiliza a ideia de evolução progressiva.

 

Diante deste fato incômodo, as explicações peculiares para a <<área de células fotossensíveis>> em olhos sem lente, a <<área dobrada e deprimida>>, tais como a evolução convergente, a evolução progressiva, etc, são fantochería pura. E constituem um, dogma religioso fanático irracional, que requer a maior fé, considerando-se o olho como um órgão, que só é útil em termos de seu complemento com outros sistemas de órgãos que compõem o sistema nervoso, o que no final seria o determinante da utilidade ou não da nova “adaptação” no olho.

 

 

Fonte:

http://kerchak.com/fosiles-revelan-una-rapida-evolucion-de-los-ojos/

 

http://www.nature.com/nature/journal/v480/n7376/full/nature10689.html

 

http://sedin-notas.blogspot.com.br/2011/12/un-depredador-del-cambrico-tenia-ojos.html

 

Colaborador no artigo: Dan de Barna

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