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Por que a comunidade hispânica não entende a complexidade irredutível. ¿Preguiça, pouco inglês ou Wikipédia?

Por que a comunidade hispânica não entende a complexidade irredutível. ¿Preguiça, pouco inglês ou Wikipédia?
Daniel Alonso
  • 8 de outubro de 2013
  • Ideologia:
  • Design Inteligente
  • País:
  • Argentina

Quando certa evidencia o argumento nos confronta, existem duas reações típicas dadas no comum das pessoas:

 

• A primeira é fazer a como si não estivéssemos vendo e ignorar o problema.

• A segunda é aprofundar no tema e pesquisar a fundo a questão.

 

Esta última reação é aquela que escolhem os pesquisadores responsáveis e os que realmente estão procurando a verdade. Eles não ficam com o superficial, olham com detalhe as duas caras da moeda e extraem de ambas visões aqueles elementos que acham más úteis e lês convencem.

Parece ter uma carência geral de este tipo de pesquisadores na sociedade atual.

Não me interprete mal; não estou falando que a maioria não se comprometa com o assunto, de fato o fazem. Como uma torcida esportiva, enchem um estádio, repetem frases de memória, atacam verbalmente a os “adversários” e defendem intensamente as suas crenças.

Extrapolando o fenômeno sociológico esportivo a um âmbito intelectual, dúzias de pessoas enchem os foros e os grupos de debate na rede, e se jogam fanaticamente uns contra os outros fazendo afirmações intransigentes e extremas sem ter, a maioria, idea do tema em discussão.

A controvérsia sobre os nossos origens não escapa de isso.

Tenho participado em debates em foros nos que a maioria dos participantes defendia e atacava o que desconhecia. O surpreendente é que aqui estou incluindo a biólogos e outros profissionais das ciências naturais entre aqueles que não se tem comprometido honestamente com a pesquisa.

Quase o cento por cento dos falantes de espanhol que atacam ao desenho inteligente não tem lido a tese do DI de nenhum dos principais proponentes. Nem sequer imaginemos que tenham lido algum livro. Não estão cientes de seus argumentos. Evitam tanto quanto possível de fazer. Visitam páginas como Wikipédia ou o primeiro que acham num gugleo ao azar, e pegam o dado exposto como uma verdade irrefutável. Se apegam a isso como se fossem dotrinas. Não pesquisam, não filtram a informação, não fazem critica; sua consciência lês diz algo mais o menos assim: “Si ele afirma, é porque tem razão”.

¿Quál é o objetvo? ¿A onde querem chegar? ¿Demonstrar o NÃO?

Eis preocupante, pois este tipo de intelectualismo da sociedade atual se assemelha ao fanatismo dos principais líderes religiosos da idade media.

No que respeita a complexidade irredutível estas afirmações são comunes na rede de facebook:

 

– “A nova e fantástica explicação da exaptação refuta a complexidade irredutível”.

– “Este vídeo espectacular explica como o flagelo bacteriano evolucionó!” (Vídeo que mostra            como as partes do flagelo são obtidas de outros sistemas nas que cumpriam outra função).

– “A homologia na sequência de proteínas do flagelo com proteínas em outros sistemas mostra          que evoluciono”.

– “O flagelo não é irredutível porque si tiro partes, algumas de elas seguirão funcionando”.

 

Porem, quando alguém tem ao menos o mínimo conhecimento das respostas que dão os seguidores do DI a estes assuntos, respostas elementares, percebe-se o desatualizadas que são essas objeções e da ignorância geral respeito o desenho inteligente que persiste na comunidade hispânica. E claro, também o silencio ou mudança de assunto por parte dos agressores.

Antes de começar, por una questão prática esclareço que estou me referindo às proteínas, parte o peça indistintamente, e isto é porque os sistemas bioquímicos estão constituídos principalmente por partes pirotécnicas.

Agora sim, comecemos com a explicação que se usa pra rebater a complexidade irredutível. A exaptación o co-opción pranteia que pra formar um sistema bioquímico como o flagelo as partes não necessariamente têm que surgir como absolutas novidades. Em lugar de isso podem ter sido incorporadas de outros sistemas que já existiam. Essas partes passariam a ter novas funções e se adaptariam ao novo sistema. Este sistema, por sua vez, é um que à medida que vá evoluindo vai trocando de funções até chegar à função final. Aplicando isto ao exemplo de Behe, estaríamos falando de uma evolução indireta do flagelo.

Os que fazem alusão a exaptación pensam que Behe ou os teóricos do DI estão surpreendidos e desesperados na procura de uma explicação. Ignoram que a exaptación tem já anos na comunidade científica; é mais antiga que Darwin´s Black Box e o juízo de Kitzmiller. Ignoram que o mesmo Michael Behe não nego a possibilidade da evolução indireta. Já falava de isso na sua obra polemica de 1996:

“Como o cilio é irredutivelmente complexo, nenhuma rota direta levou a sua aparição. De este modo, uma historia evolutiva pra o cílio deveria imaginar-se como uma via secundaria ou indireta, tal vez adaptando as partes que originalmente foram usadas com outro propósito”. (a)

Como a tese de Behe é um desafio à evolução direta do flagelo, e ele não nega a possibilidade da evolução indireta, não existe nenhuma razão lógica em este planeta pra afirmar que a exaptacion REFUTA a complexidade irredutível. Refuta a outra coisa, não estou seguro de o que. Porem não a “complexidade irredutível” de Behe, isso é um fato.

Com respeito à exaptação e as “fantásticas” explicações via texto, via vídeo, etc. me atrevo a dizer que, ainda que não pareça, os que os fazem nem sequer tem ideia das implicações reais de cada exaptación que mencionam.

¿Acha fácil, simples e factível?

Foi enganado. Nenhum vídeo ou expositor le falará do que tem que superar uma só proteína pra adquirir uma função nova e se adaptar a um sistema novo. Para isso se deve pular certa quantidade de obstáculos e desafios moleculares que fazem o fenômeno excessivamente improvável e especificado.

Como a proteína ou o gen devem estar trabalhando para que sejam selecionados, a seleção natural não terá participação no processo de origem. As mutações dão o salto estrutural, e as mutações ocorrem ao acaso. Na historia do flagelo isto teria ocorrido centenas de vezes. Como a neo-funcionalización é excessivamente improvável e especificada, recorrer a um fenômeno não guiado, como o azar como una explicação, não tem suficiência causal. Uma explicação científica precisa apelar a poderes causais que sejam suficientes pra explicar o efeito em questão. Como sabemos que a complexidade especificada é em todos os casos o resultado de um processo guiado e estamos empiricamente familiarizados com isto, concluímos que o sistema tem sido desenhado.

A aqueles que continuam confiados na exaptação os convido a dar una olhada aqui (http://idtucuman.blogspot.com.ar/2013/04/calculando-la-complejidad-especificada.html) a os desafios específicos que deve superar, acompanhados de uma noção probabilística final do evento.

Tem-se de acrescentar que no se tem diagramado de forma completa nenhuma rota evolutiva pra cada peça supostamente “exaptada”. As imaginadas “etapas de transição” que aparecem nos vídeos estão separadas por numerosas etapas as quais nem sequer se tem imaginado. O que se tem feito até agora é achar uma ilha no atlântico e concluir que por isso se pode ir caminhando desde Madrid a Buenos Aires.

Dada por descartada a ideia de que a mudança evolutiva que deve experimentar cada peça via acaso seja uma possibilidade decente, os evolucionistas a tentam salvar apelando às homologias. Eles dizem, “por algo tem semelhança na sequencia”, “é porque compartem um ancestral”, “é porque evolucionaram”.

Porem algo aqui é certo: pequenos pedaços de sequencia “homólogos” não demonstram que as mudanças evolutivas necessárias (das que temos falado em parágrafos anteriores) são factíveis. Quer dizer, apelar a una homologia pra afirmar que as proteínas se adaptaram desde outros sistemas nos que cumpriam outras funções para um não sistema totalmente diferente, não soluciona nem diz nada respeito o desafio monumental que enfrenta dito pulo.

A homologia só fala que as partes compartem semelhança. Não fala como, ou sim realmente evolucionaram. As homologias citadas, que frequentemente representam una pequena parte da sequência de aminoácidos, se devem provavelmente a:

 

1)  Uma involução ou deriva de um sistema complexo a um menos complexo; como o caso do Flagelo, que deu origem a TTSS (a)

2)  Inserções de sequencia de outras proteínas preexistentes, e que não alterou  o funcionamento da proteína mutada.

3) Sequencias semelhantemente desenhadas e aplicadas a dos sistemas diferentes. Frequentemente os desenhadores repetem o desenho devido a sua eficácia.

 

Finalmente, alguns dizem que a complexidade irredutível do flagelo tem sido refutada porque si se tirassem a maioria de suas partes algumas continuariam funcionando. Porem a definição que Behe deu da complexidade irredutível do flagelo inclui a funcionalidade do flagelo. O flagelo perderá sua função si se tiram dele as peças principais. E, no caso de que mantenha sua função será pouco efetiva. E consideramos também a funcionalidade eficaz, porque um flagelo que não funciona bem romperá com o equilíbrio custo-benefício celular e provavelmente será eliminado por a seleção natural depois de varias gerações.

 

 

 

REFERENCIAS:

(a) Michael Behe, Darwin’s Black Box, pg. 65-66.

(b) Milton Saier, “Evolution of bacterial type III protein secretion systems,” Trends in Microbiology, Vol 12 (3) pg. 113-15, Marzo, 2004.

 

 

 

 

 

Blog de Daniel Alonso:

http://idtucuman.blogspot.com.ar/

Site DI:

http://www.darwinodi.com/

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