Adam's Apple | December 17, 2017

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Apresentação

Conhecemos realmente nosso passado? Pode-se provar a historicidade do Genesis bíblico? Pode-se resolver a controvérsia entre CRIACIONISTA e EVOLUCIONISTAS?

 

É habitual escutar que o desconhecimento do passado impede os homens de conhecer seu presente e preparar-se devidamente para o futuro, porém…… Conhecemos realmente o nosso passado?

 

No geral, os seres humanos defendem cada um do seu próprio jeito, que o passado no é desconhecido.

Se apoiando na interpretação de diferentes evidências, os cientistas defendem zelosamente que a humanidade emergiu a partir de um longo processo evolutivo da mesma forma que o resto dos seres vivos, e os historiadores completam a precisa exposição do nosso passado, iniciada por biólogos, paleontólogos e arqueólogos.

Já os teólogos abraçam com determinação a interpretação de textos considerados revelados por Deus, rejeitando em muitos casos muitas das provas científicas apresentadas pela ciência, porquanto a interpretação científica se opõe radicalmente a sua particular visão de nossas origens.

No fundo do debate se esconde o motivo principal do conflito, muitas pessoas lutam energicamente para superar séculos de crenças, equiparando o monoteísmo ao politeísmo da antiguidade.

Assim, a guerra intelectual entre as diferentes posturas é um fato, que tem como fundo os esforços do ser humano para superar intelectualmente séculos de religiosidade, já que muitos dos conflitos que a humanidade vem sofrido nos últimos séculos são consequência do duro enfrentamento entre as diferentes crenças religiosas. Mas…… É possível chegar a um acordo?

 

A procura de um entendimento entre as partes enfrentadas não é algo que tenha preocupado a humanidade, devido ao radicalismo de ambas as partes, já que a humanidade tende a polarizar-se, escolhendo um dos lados do confronto, segundo o critério pessoal de cada um, e a força de convicção de cada um dos oponentes.

Por parte dos teólogos mais radicais é inaceitável que a particular interpretação dos textos sagrados seja minimamente questionada. Pelo qual rejeitam habitualmente os achados paleontológicos, e as abundantes provas arqueológicas só são defendidas quando servem para apoiar as interpretações religiosas tradicionais.

Mas ao contrário, muitos intelectuais defendem que a interpretação das provas científicas prova que as crenças religiosas são uma ficção, e equiparam essa ficção aos mitos e lendas da antiguidade.

Assim, ambos os grupos sabem que um entendimento levaria ao duro reconhecimento de se ter defendido algumas ideias equivocadas e as implicações de dito reconhecimento. E acontece que, um acordo entre ambas as partes só poderia existir em um ponto intermédio imutável, a realidade de um Deus consciente como criador e gerador de todo o existente, e a aceitação por parte dos teólogos de muitas provas científicas que se opõem a sua interpretação tradicional dos textos revelados.

No entanto, é possível demonstrar a realidade de um Deus consciente e criador?

 

O presente trabalho “A maçã de Adão” prova que se pode demonstrar a realidade de Deus. Em outras palavras, Deus existe e isso pode ser provado.

Mas como? No é difícil responder que a filosofia não serve para isso, pois somente através da discussão e de troca de ideias é impossível chegar a um acordo em muitas das áreas do conhecimento humano.

Também é fácil admitir que a ciência não pode responder a essa pergunta, pois … Como poderia o homem reduzir o Deus eterno, o espírito puro que supostamente criou a matéria e as leis do universo, porém que não está submetido a elas, as condições físicas necessárias para submetê-lo à observação e estudo experimental demonstrando assim sua realidade, tal como e feito habitualmente nos laboratórios?

 

Com tudo, muitos admitem que …….. a demonstração da historicidade de todas as afirmações realizadas nos textos supostamente revelados impediria continuar negando a realidade de um Deus criador.

Logicamente, o texto mais problemático, e que poria ponto final a esta complexa discussão, é o Genesis bíblico, no qual é descrito que Deus criou o universo, e dentro dele o planeta Terra, e que nele foram deixados dois espécimes de uma nova espécie, feitos a imagem e semelhança de seu criador, que gerariam a humanidade atual.

Segundo o texto bíblico, traz a criação de ditos seres, uma serie de acontecimentos levou os seres humanos a se estender pelo planeta povoando-lhe, sem que por isso o Criador abandonasse os homens, senão que ao longo dos séculos se estabeleceu uma estreita ligação entre ambos, para o qual tiveram um importante papel outros seres criados que conhecemos com o nome de “anjos”, palavra que significa unicamente “mensageiro”.

Uma das perguntas decorrente da leitura da referida história bíblica é … Onde é que se encontram as provas arqueológicas ou paleontológicas desses fatos?

 

O presente livro “A maçã de Adão” mostra com detalhes abundantes provas arqueológicas e paleontológicas.

A resposta a esta pergunta é essencial para acabar para sempre com o belicoso debate atual entre religião e ciência. Pois, conhecendo exatamente onde se encontram os restos humanos descritos na história bíblica (Adão, Eva, Caim, Abel, Set) no haveria razão alguma para continuar negando o caráter do texto revelado da Bíblia.

Porém é impossível responder esse a “enigma” desde a radicalização da interpretação teológica tradicional, assim como desde a interpretação paleontológica que se defende atualmente, ainda que também seja impossível fazê-lo sem utilizar as provas que proporciona a ciência.

Assim, o presente livro defende que a resposta a este enigma no só é possível, mas que a apresentação destas provas paleontológicas e arqueológicas gera, inevitavelmente, a aceitação de um turbilhão de novos dados oferecidos pelas diferentes mitologias do passado e desprezados até hoje, o que, sem duvida, revolucionará toda a visão que temos do nosso passado.

Para a realização do presente livro se tem levado em conta os estudos de alguns dos melhores especialistas no campo da paleontologia e da arqueologia mundial, assim como geneticistas, linguistas, geólogos, e os textos originais das diferentes tradições religiosas, assim como das diferentes mitologias. De fato, a bibliografia que se expõe no final do livro, unicamente reflete uma parte das referências citadas ao longo do livro, em inumeráveis e extensas notas, entre as quais se encontram revistas de prestigio internacional como “Science” e “Nature”.

Logicamente, antes de sua divulgação, a presente obra foi confrontada a uma revisão. Consequentemente o livro foi oferecido a dos intelectuais para uma previa análise crítica: Um professor de filosofia (agnóstico) que durante mais de um ano revisou cuidadosamente o texto realizando importantes críticas ao conteúdo, e uma professora da universidade de teologia protestante da Espanha (IBSTE).

Porém, ainda que o livro “A maçã de Adão” esteja pronto para sua divulgação, logicamente, o trabalho não esta fechado a qualquer crítica construtiva ou novas descobertas cientificas que futuramente puderem melhorar o conteúdo, ou sua apresentação.

Atualmente, o texto de “A maçã de Adão” que se encontra disponível só em espanhol, esta sendo traduzido para o inglês por tradutores profissionais, em São Paulo (Brasil), tendo em vista uma ampla divulgação em língua inglesa.

 

Agradeço o precioso tempo que dedicaram à leitura destas linhas, como breve introdução ao livro “A maçã de Adão”.

 

Dan de Barna